às 14:30:00

Pesquisa estuda a sífilis gestacional em Pato Branco

Projeto desenvolvido pela professora Ma. Raphaela Rezende Nogueira Rodrigues, juntamente com as acadêmicas do curso de Medicina, Marcelle Ropke de Campos e Zennas Alice Soares de Castro, analisa a epidemiologia da sífilis gestacional

Entre as pesquisas acadêmicas que estão sendo desenvolvidas pelo Centro Universitário de Pato Branco (UNIDEP), por meio dos editais de fomento à iniciação científica da Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa, Extensão, Inovação e Internacionalização (PROPPEXII), está o estudo “Epidemiologia da sífilis gestacional em Pato Branco nos anos de 2013-2020”, conduzido pela professora Ma. Raphaela Rezende Nogueira Rodrigues, juntamente com as acadêmicas do curso de Medicina Marcelle Ropke de Campos, bolsista do Programa de Bolsas para Iniciação Científica (ProBic) e Zennas Alice Soares de Castro, voluntária do Programa de Voluntariado em Iniciação Científica (ProVic) do UNIDEP.

A pesquisa analisa as problemáticas acerca do acompanhamento pré-natal em mulheres com sífilis gestacional no município de Pato Branco. “Embora a sífilis seja facilmente diagnosticada e possua um tratamento altamente efetivo, representa um desafio à saúde pública brasileira. A Secretaria Nacional de Vigilância em Saúde contextualizou desafios nos dados do Boletim Epidemiológico sobre a Sífilis em 2020. No período de 2005 a junho de 2020, foram notificados, no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), 449.981 casos de sífilis gestacional”, ressalta a professora Raphaela.

A pesquisa já proporcionou apresentações acadêmicas em congressos e participações em eventos nacionais e regionais. “O projeto foi apresentado em congressos, evidenciando a epidemiologia local e a necessidade de ter atenção para a pauta, que é pouco explorada. De forma on-line, foram apresentados pôsteres no 17° Congresso Paulista de Saúde Pública e no 11° Congresso Brasileiro de Epidemiologia. No evento regional Summit UNIDEP, foi aprovado e apresentado um resumo expandido da pesquisa”, conta a acadêmica Zennas Alice Soares de Castro.

O incentivo à iniciação científica proporcionado pela IES contribui no desenvolvimento de pesquisas em áreas pouco exploradas. Para a acadêmica Marcelle Ropke, “projetos de iniciação científica estabelecem um canal com as pesquisas executadas na esfera acadêmica e relacionadas à área da saúde. Além disso, muitos projetos estão ligados a pesquisas inovadoras e essenciais para a vida. No UNIDEP, existe uma grande valorização para a realização de tais projetos, elevando a motivação dos estudantes e docentes”, destaca.

A coordenadora de Pesquisa e Iniciação Científica do UNIDEP, professora do UNIDEP, Graciela Caroline Gregolin, evidencia a importância da pesquisa “Epidemiologia da sífilis gestacional em Pato Branco nos anos de 2013-2020”. “Os resultados desta pesquisa podem orientar a definição de políticas públicas de atenção integral à saúde da mulher e da criança em Pato Branco”, enaltece.

------------

Matéria: Suelen Oldoni, acadêmica do 2º período do curso de Publicidade e Propaganda do UNIDEP

Revisão: Profa. Ma. Jozieli Cardenal Suttili / Jornalista MTB 9268 – PR

Coordenadora da Agência Experimental de Comunicação do UNIDEP

Foto: Alan Winkoski, Agência Experimental de Comunicação do UNIDEP

Contato: [email protected]


Fonte: