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Internato do curso de Medicina une humanização e acolhimento

Com inserção e contato com a realidade social desde o início do curso, acadêmicos de Medicina do UNIDEP chegam ao Internato 4.0 buscando exercer uma atuação cada vez mais acolhedora e humanizada

Atualmente, cerca de 100 alunos do curso de Medicina do Centro Universitário de Pato Branco (UNIDEP) vivenciam o Internato 4.0. São estudantes que, nos dois últimos anos de formação, passam a atuar de forma intensiva junto aos hospitais Policlínica, São Lucas, na Unidade de Pronto Atendimento – UPA 24 horas e nas unidades de saúde dos bairros de Pato Branco. Há também alunos realizando parte do Estágio Curricular Obrigatório na Santa Casa de Curitiba, um dos hospitais conveniados com o UNIDEP.

Os estudantes têm uma rotina envolvendo teoria e prática, a partir do acompanhamento de preceptores, supervisores, tutores e apoio psicopedagógico ofertado pelo UNIDEP. Durante o Internato 4.0, eles cursam estágios em Clínica Médica, Pediatria, Clínica Cirúrgica, Ginecologia e Obstetrícia, Saúde Coletiva e Saúde Mental. Um dos destaques da matriz é o enfoque na Atenção Primária à Saúde e na Urgência e Emergência.

O coordenador do curso de Medicina do UNIDEP, professor Me. Vilson Geraldo de Campos, evidencia o diferencial do modelo de Internato desenvolvido pela Afya Educacional. “O formato modular permite a perspectiva espiral do internato, além disso, incentiva a prática clínica baseada em evidências científicas e o aprimoramento de conhecimentos e habilidades junto ao cenário de prática, o que contribui para uma formação de qualidade, guiada pelo nosso Internato 4.0”, enfatiza.

Para a acadêmica do 10º período, Any Thaís Colecha, um dos diferenciais do curso de Medicina do UNIDEP é a inserção precoce dos estudantes em práticas junto à comunidade, o que soma-se ao momento vivido no Internato. “Já no início da faculdade, no primeiro período, a gente teve esse contato prévio. Eu acho essa oportunidade bem importante, porque começamos desde cedo a conhecer todo o funcionamento da rede, os fluxos, bem como a territorialização dos lugares, suas diferentes realidades e necessidades”, conta.

Já o acadêmico do 9º período, Guilherme Pegoraro Mattuella, que no momento estagia na Unidade Básica de Saúde do Bairro Industrial, conta como está sendo sua atuação. “Aqui na UBS a gente atende patologias crônicas, diabetes, hipertensão, hipertireoidismo, entre outras. Atendemos também alguns acometimentos mais agudos, como crises hipertensivas e também, agora no inverno, infecções de vias aéreas e o próprio Covid-19. Ter tido contato com a realidade de diferentes contextos de saúde, desde o início da faculdade, é fundamental para que, neste momento do Internato, possamos manejar os pacientes”, destaca.

Cleverson Galvan, médico neurocirurgião e professor do UNIDEP, também atua como diretor Clínico e Neurocirurgião do Hospital São Lucas. Ele, que acompanha os acadêmicos em diferentes momentos da graduação, avalia o desempenho dos estudantes. “Sabemos que o curso de Medicina do UNIDEP é um marco para Pato Branco e região, em que os principais beneficiados são os pacientes. Eu transito dentro do Hospital diariamente e percebo que o acolhimento aumentou após a chegada dos acadêmicos, que trazem essa proximidade. É prazeroso acompanhar a evolução acadêmica dos nossos alunos, tenho certeza que no futuro teremos excelentes profissionais, nas mais diversas áreas”, ressalta.

Para Rodolfo Engelbert, Clínico Geral e médico preceptor do Internato 4.0, a postura humanizada dos acadêmicos do UNIDEP também merece destaque. “Os alunos que passam por aqui se mostram bem preparados para lidar com todos os tipos de problemas, numa visão mais humana, e não somente científica, focada na doença, e sim no ser humano, na pessoa”, completa.

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Matéria: Profa. Ma. Jozieli Cardenal Suttili / Jornalista MTB 9268 – PR

Coordenadora da Agência Experimental de Comunicação do UNIDEP

Fotos: Alan Winkoski, Agência Experimental de Comunicação do UNIDEP

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